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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Adolescentes usam mais preservativos que Adultos, afirma estudo

do Universo Estilo

Segundo uma pesquisa realizada nos EUA pelo Centro para a Promoção da Saúde Sexual (CSHP) da Universidade de Indiana, os adolescentes usam muito mais preservativos do que os maiores de 40 anos nas suas relações sexuais ocasionais.

A maioria dos jovens de 14 a 17 anos sexualmente activos - 80% dos rapazes e 69% das moças - usa preservativos.

Por outro lado, menos de 50% dos adultos com relações sexuais usam proteção, anunciou a mesma fonte.

O estudo é importante denuncia o comportamento sexual dos adultos e a importância da informação nas novas gerações.

Jovens fumantes com mais tendências para enfarte

do Universo Estilo



Pesquisa realizada por centros médicos europeus e asiáticos, com base em dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), analisou indivíduos entre os 22 e os 64 anos, de 21 países, e constatou que os fumantes com idade inferior a 40 anos têm cinco vezes mais hipóteses de sofrer um enfarte.

O grande objetivo do estudo foi averiguar a origem dos problemas cardíacos e, depois de analisarem 23 mil casos, apurou que quatro em cada cinco vítimas de doenças cardíacas, com idade entre os 35 e os 39 anos, eram fumantes.

Mais ainda, o fumo é responsável por 65% dos ataques cardíacos não fatais entre os homens. Já entre as mulheres, o cigarro faz 55% das vítimas de problemas no coração.

Nos indivíduos com mais de 60 anos, a sua influência é menor, pois há outros factores de risco que contribuem para os problemas de coração.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Homens que ganham menos traem mais, afirma estudo

do Universo Estilo



Um estudo apresentado no encontro anual da Associação Americana de Sociologia revelou que os homens que ganham menos do que as mulheres têm tendência para trair, especialmente se forem de origem latina.

Segundo Christin Munsch, autora do estudo, "Ganhar menos do que a mulher pode ameaçar a identidade de gênero dos homens, ao colocar em evidência a noção tradicional do homem como o arrimo da família. Esta relação pode ser particularmente forte em certos subgrupos para os quais a masculinidade tem tradicionalmente grande valor, como os homens latino-americanos".

Por outro lado, o estudo também evidenciou que quando as mulheres são muito dependentes do marido, eles são mais propensos a trair também, o que deixa as mulheres praticamente num beco sem saída.

Quanto às mulheres, a pesquisa revelou que são 50% menos propensas a traírem, sejam quais forem as circunstâncias: 6,7% dos homens nos Estados Unidos foram infiéis às suas mulheres num período de seis anos, contra 3,3 das mulheres.

"A feminilidade das mulheres não está definida por seu status econômico, e também não se define por suas conquistas sexuais. Portanto, a dependência econômica não é uma ameaça à feminilidade", afirma Munsch.

A pesquisa incidiu sobre 1024 homens e 1559 mulheres e, no final, o estudo é conclusivo ao revelar que "Quanto maior a educação, menor é a probabilidade de que elas sejam infiéis".