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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Fim de Relacionamento: A Visão da Psicologia


VITOR RODRIGUES
convidado especial do UNIVERSO ESTILO
Psicólogo


Um relacionamento pode acabar quando as pessoas caminham pela vida a velocidades diferentes, quando os interesses se tornam incompatíveis, quando uma das pessoas sobe enquanto a outra desce, ou fica ao mesmo nível, em termos morais.


Há ainda razões de cariz mais mais psicológico, como terem iniciado um relacionamento projetando um no outro imagens ideais.


O que sucede, muitas vezes, é que acabam por constatar, depois, que o outro afinal não é quem parecia ser, ou um relacionamento desigual em que um funciona mais como pai, mãe ou filho/a do outro do que como companheiro/a. Outra perspetiva consiste em admitir que todos funcionamos como seres físicos, emocionais/afetivos, intelectuais e espirituais. A relação pode existir ou não e estar ou não a correr bem a todos estes níveis.


Conheci casais que me perguntavam se valia a pena prosseguir quando não tinham relacionamento sexual há anos, mal se falavam, apenas compartilhavam a casa e refeições, tinham interesses diferentes nos tempos livres e no trabalho, um era ateu e o outro religioso. Nessa condição, há uma pergunta que se impõe. Qual casamento?


Esses casais estavam separados há anos, só não tinham assinado os papéis. Um relacionamento pode e talvez deva, idealmente, funcionar a esses quatro níveis. Às vezes não funciona ou deixou de funcionar e é possível dar um jeito. O que impede? Por vezes, a distância já é excessiva e têm tantas memórias de sofrimento mutuamente infligido que é extremamente difícil ultrapassá-las.


Começar de novo


Há algumas receitas simples que podem dar bons resultados quando o objetivo é relançar um relacionamento. Uma delas é empenhar em seduzir novamente o/a outro/a reinteressando-se por ele/ela, por aquilo que faz, sente, pensa, gosta e não gosta, e aprendendo a apreciar tudo isso.


Outra alternativa consiste em criar novas memórias em comum, promovendo experiências novas e agradáveis em que ambos tomem parte, viagens, leituras, cinema, um curso que fazem juntos, fins de semana cúmplices, experiências culinárias. Podem ainda reviver e revisitar, intencionalmente e em conjunto, lugares e experiências do tempo em que estavam apaixonados e transportar isso até ao presente. Tempo de qualidade em conjunto é um dos segredos.


Dizer Adeus


Os relacionamentos podem acabar, como tudo na vida. Geralmente, um dos cônjuges sente isso primeiro que o outro. Normalmente um dos sinais é perceber que ficarem juntos acarreta mais sofrimento do que a separação e/ou que o crescimento pessoal e espiritual fica mais perturbado nessa condição do que se se libertarem para novos horizontes.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Adolescentes usam mais preservativos que Adultos, afirma estudo

do Universo Estilo

Segundo uma pesquisa realizada nos EUA pelo Centro para a Promoção da Saúde Sexual (CSHP) da Universidade de Indiana, os adolescentes usam muito mais preservativos do que os maiores de 40 anos nas suas relações sexuais ocasionais.

A maioria dos jovens de 14 a 17 anos sexualmente activos - 80% dos rapazes e 69% das moças - usa preservativos.

Por outro lado, menos de 50% dos adultos com relações sexuais usam proteção, anunciou a mesma fonte.

O estudo é importante denuncia o comportamento sexual dos adultos e a importância da informação nas novas gerações.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Ser muito rigoroso no trabalho gera conflitos em casa, afirma estudo

do Universo Estilo



Estudo realizado na universidade de Toronto, no Canadá, aponta para que as pessoas muito rigorosas com a sua agenda de trabalho, tendem a gerar mais problemas na sua vida pessoal, no seio da família.

A pesquisa incidiu sobre 1200 trabalhadores que responderam a um inquérito exaustivo com o intuito de medir o impacto e a importância do trabalho no seu Dia a dia.

Quem geralmente decide quando começa e termina o seu dia de trabalho? Existe mais alguém, ou pode decidir sozinho, mas com certos limites? É totalmente livre para decidir quando começa e termina o expediente?

A estas questões juntaram com outras mais de âmbito familiar: Tem tempo suficiente para a sua família ou outras pessoas importantes na sua vida? Com que frequência perde energia para fazer atividades com essas pessoas devido ao trabalho? Com que frequência o seu trabalho rouba a sua concentração em momentos importantes com a sua família e amigos?

Analisados os resultados, o estudo concluiu: "Pessoas com maior controle da agenda são mais propensas a trabalhar em casa e envolver em atividades simultâneas entre família e trabalho, ou seja, elas tentam a realizar tarefas do trabalho e domésticas ao mesmo tempo e também em casa; Além disso, essas pessoas que relataram maior indefinição entre as fronteiras do trabalho e da família também tendem a viver mais os conflitos e o stresse relacionados com esta prática".

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Conselhos de como viver com sua Sogra

do Universo Estilo


Por vezes, uma simples visita da sua sogra pode ser cansativa, mas viver com ela exige muitas cedências. Como viver com a sua sogra e conseguir manter uma boa relação com ela.

É mais fácil viver com a sua sogra se estabelecer regras claras

Não deixe que a raiva contra a sua sogra cresça todos os dias, mas mostre quais as sugestões dela que não lhe agradam. Diga que agradece os conselhos, por exemplo, sobre culinária, manutenção da casa e tudo o resto que em que ela queira meter o nariz, mas que prefere ser você a decidir os assuntos que estão relacionados com o seu marido, ou com sua esposa.

Não rejeite a sua sogra desde o início, mas diga que gosta de ser chefe de si próprio e deixe com a ideia que ela é muito necessária como confidente e como conselheira ocasional, mas não como alguém que observa todos os seus movimentos. Se ela insistir, procure falar da melhor maneira que, Se não melhorar sua esposa, ou seu marido ira falar com ela.

Deve também estabelecer regras específicas sobre as áreas da casa a que a sua sogra tem acesso. Diga que ela também pode decidir se quer ter locais especial só dela, onde possa estar à vontade. A melhor estratégia é mesmo se quiser usar estas técnicas para facilitar a sua vida com ela, deve sempre fazer com que ela sinta que estas coisas também vão melhorar a vida dela.

Viver com a sua sogra pode ser mais fácil se tentar compreendê-la

Pode conquistar o coração da sua sogra se seguir os conselhos dela pelo menos em determinadas ocasiões, ouça e faça sentir que está tentando fazer com que a relação funcione. Reserve alguns minutos para falar com ela durante a semana, bebam um café ou almocem para tentarem estabelecer laços. Tente compreendê-la, a sua forma de pensar e os seus sentimentos. Toda mãe vê o filho, ou a filha como uma criança que precisa de colo, e é assim que ela vê sua esposa, ou seu marido.

Pense nas razões que a levaram a viver com a sua sogra. Será que foi você que foi viver com ela? Se sim, é uma convidada e deve agradecer o fato de a ter acolhido. A situação também a obriga a adaptar e significa que ela também tem menos liberdade do que quando estava sozinha em casa.

Se foi ela que foi viver com você, certeza que há uma boa razão para isso. O mesmo se aplica para as sogras que são viúvas. Imagine como se sentiria se perdesse o seu companheiro, ou companheira de vida. Viver com a sua sogra é um teste a ambas as gerações.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Viver com alguém mais novo

do Universo Estilo



O Universo Estilo mostra a história de uma mulher com quem tem diferença de idades, e essa diferença não foi um obstaculo.

''Estamos casados há onze anos. Nos conhecemos no meu local de trabalho. Ele estudava na escola onde estou licionando mas era apenas um no meio de todos os outros. Não era meu aluno, era aluno da escola. Acompanhei o crescimento dele a nível de estudos, reparei realmente que ele era extremamente maduro para a idade que tinha, relacionava com pessoas com muito mais idade do que ele. Na altura, era casada e tinha duas filhas. Era um casamento de vinte anos que já estava completamente desmoronado. O meu ex-marido era uma pessoa extremamente egoísta e muito exigente. O Gabriel e um outro explicando, que tinha na altura, chegaram mesmo a assistir, por diversas vezes, a cenas de conflito e agressão, situações que para mim, no dia-a-dia, infelizmente, eram vulgares da parte do meu ex-marido. Ele não tinha qualquer tipo de problema em agir assim mesmo com pessoas presentes. Foi a partir daí, depois de o Gabriel assistir a determinado tipo de situações em relação a mim e também às minhas filhas que se criou uma certa amizade... O Gabriel sempre teve muita consideração por mim e questionava muitas vezes como eu aceitava aquilo. Mas nada pressupunha que aquela amizade viria dar em casamento. Até porque eu, ao princípio, pensava que ele era admirador da minha filha mais velha, que tem quase a idade dele. Ele era muito amigo das minhas filhas, era realmente aquele companheiro, o irmão mais velho que elas não tinham, que as sabia ouvir, escutar. Era uma pessoa muito amiga. O momento de viragem surgiu quando comecei a tratar do divórcio. Saí de casa, peguei nas minhas filhas e fui viver para uma casa alugada. Nessa altura, os meus pais, que moram em outra cidade, vieram para junto de mim. Foi uma fase complicada. O divórcio foi litigioso, houve muitos problemas e ele e os outros dois amigos, foram até testemunhas no processo. Durante esse período, a amizade continuou. Um ano depois, o processo terminou e foi aí que as coisas se desenrolaram. Uma vez, saí das aulas à noite e, quando cheguei a casa, ele estava lá, falando com os meus pais. Estavam todos sorrindo. Fiquei desconfiada. Havia ali qualquer coisa que não me queriam contar. Foi então que ele disse que tínhamos um assunto muito sério para tratar. Entrei em pânico. Pensei logo que tinha havido algum problema com as minhas filhas. Ele disse que já tinha falado com os meus pais e com a minha filha mais velha e o que se passava realmente era que gostava de mim. Quando disse ''Eu gosto de você», fiquei boquiaberta.

Tentei minimizar o que se passava mas ele insistiu. ''Eu gosto mesmo de você e quero assumir uma relação você''. Fiquei sem palavras. Todos já tinham percebido menos eu. O meu pai sorria, a minha mãe olhava para mim e sorria. Se um dia me dissessem que, após um casamento de vinte anos, me divorciava e casaria com um rapaz vinte anos mais novo, pensaria que deviam estar todos malucos. Não estava apaixonada, nem pouco mais ou menos, até porque considerava já não ter idade para essas coisas (o que posteriormente verifiquei que era mentira, claro). Mas vi que era qualquer coisa de muito especial. Ele tinha dezoito anos e eu trinta e oito quando iniciamos a relação. A certa altura, alertei para que não esperasse que eu andasse pela cidade de mão dada, por exemplo, ao que me respondeu com uma afirmação avassaladora. ''Não quero andar de mão dada com você, nem te quero para minha amante. Quero para minha mulher!'', recorda. Senti um baque. Fiquei estarrecida. Um ano depois casamos. A cerimônia decorreu num restaurante com vista para a cidade e foi algo muito belo. Escolhi o meu pai porque é o meu ídolo e a minha filha porque foi minha filha, minha amiga, a irmã que não tive e a quem me agarrei para ultrapassar muitos dos meus obstáculos ao longo da vida. Havia pessoas que pensavam que era um casamento destinado ao fracasso. ''Não dou mais do que um ano'' foi um dos comentários negativos que ouvi. Mas as coisas não são assim. Só acaba quando eu quiser e ele quiser. Não é pelos outros quererem que vai terminar. Nós não deixamos que as pessoas acabem com aquilo que estamos a construir. O início não foi fácil. Tinha uma posição a defender e foi um bocado complicado. Quer dizer, foi e não foi, porque houve pessoas que não entenderam, enquanto que outras me felicitaram. Havia sempre comentários, até quando passava na rua. Por vezes, ouvia comentários. As pessoas estavam à espera que fosse embora, que não enfrentasse isto. Vivo numa cidade pequena e, além disso, o meu ex-marido era uma pessoa extremamente conhecida. Estavam todos contando que eu fosse recomeçar a vida. Mas sou uma pessoa que vai à luta. Por isso, encarei toda a sociedade e tudo aquilo que me rodeava. O meu primeiro receio era principalmente em relação às minhas filhas. Não era às pessoas ou ao meu posto de trabalho porque que passo por cima disso tudo, ou tento mostrar uma carapaça que às vezes não tenho. Tendo o apoio das minhas filhas, dos meus pais nada mais me faria voltar atrás. Além disso, muitos amigos meus, de longa data, sempre me apoiaram e têm acompanhado. Nos momentos em que os procuro eles estão lá. Conto com eles.

Houve coisas que ele me fez reviver, como a minha juventude que não tinha vivido porque casei muito nova. Por outro lado, tenho dado uma certa maturidade. Há uma espécie de intercâmbio. Apesar de ele ser uma pessoa extremamente adulta (que sempre foi) e muito responsável não se pode esquecer que há uma idade diferente e temos atitudes e comportamentos próprios da nossa faixa etária, mas conseguimos sempre contrabalançar. Além disso, não me identifico muito com as pessoas da minha idade, na maneira de pensar ou de agir. A nossa diferença de idade incentivou, sem dúvida, o diálogo. Se há algo que nos magoa ou corre menos bem falamos. É uma relação estável, de respeito, com altos e baixos como todas as outras mas em que não se transporta para a intimidade qualquer tipo de problema. É muito aberta, franca. O Gabriel tem estado sempre ao meu lado tem me apoiado em tudo. Quando casamos pensamos em ter um filho. Fomos ao médico ver se estava tudo bem e ele aconselhou a tentar. O tempo passou e a hipótese não surgiu, mas neste momento acho que não há qualquer problema por causa disso. Sou direta e realista. Tudo é bom enquanto dura. Vivo o momento presente, o dia-a-dia, não perspectivo o futuro...

Desde o início, os meus pais e as minhas filhas, agora com trinta e vinte e cinco anos, aceitaram perfeitamente a minha relação. Em família, o convívio é bom e entendem todos muito bem. A minha filha mais velha está casada e serei avó em breve. Ao Gabriel, a minha neta chamara pelo nome. Ele vai ser um companheiro e um amigo. Na escola nada mudou. Tenho um bom relacionamento com os meus alunos, dou um murro na mesa se for preciso e um sorriso quando é necessário. Atualmente, até já tenho alunos que são filhos de ex-alunos. Há uma afinidade muito grande. São trinta anos de ensino que trago dentro de mim. Agora, se voltasse atrás, faria exatamente o mesmo. Tenho feito outras coisas que antigamente não fazia, uma vida muito mais independente, se quero ir visitar os meus pais, a minha filha ele incentiva. É diferente. Sinto a liberdade de uma idade que não vivi e que tenho estado a viver ao longo destes onze anos. Tenho sido eu mesma
.''

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Casais não são felizes na cama, diz estudo

do Universo Estilo



Pesquisa realizada a 3 mil casais na Inglaterra constatou que 6 em cada 10 está infeliz no seu relacionamento e que acha sua vida sexual medíocre.

Segundo os entrevistados, na cama a infelicidade é muito maior, não conseguem ser ativos nem criativos.

O estudo revela ainda que apesar dessa insatisfação, o casal não se separa, preferindo manter a relação até à sua exaustão ou aparecimento de um terceiro elemento que empurre para o divórcio.

A filosofia do antes só do que mal acompanhado parece não ter chegado aos britânicos, mas levanta a questão se os povos latinos por serem mais calientes, têm uma opinião diferente...

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Jovens fumantes com mais tendências para Infarto

do Universo Estilo



Pesquisa realizada por centros médicos europeus e asiáticos, com base em dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), analisou indivíduos entre os 22 e os 64 anos, de 21 países, e constatou que os fumantes com idade inferior a 40 anos têm cinco vezes mais hipóteses de sofrer um enfarte.

O grande objetivo do estudo foi averiguar a origem dos problemas cardíacos e, depois de analisarem 23 mil casos, apurou que quatro em cada cinco vítimas de doenças cardíacas, com idade entre os 35 e os 39 anos, eram fumantes.

Mais ainda, o fumo é responsável por 65% dos ataques cardíacos não fatais entre os homens. Já entre as mulheres, o cigarro faz 55% das vítimas de problemas no coração.

Nos indivíduos com mais de 60 anos, a sua influência é menor, há outros fatores de risco que contribuem para os problemas de coração.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Estudo mostra o que trai as Mulheres

do Universo Estilo



Estudo da Universidade Estadual da Pensilvânia avaliou o que atrai os homens nas mulheres, detectando dois pontos de interesse: um primeiro nível sexual, baseado em estruturas faciais específicas, como queixo e lábios, e outra não sexual que sobrepõe a questão estética e que tem a ver com o fato de aparentar ter ou não ter boa saúde.

A pesquisa liderada por Robert Franklin e Reginald Adams incidiu sobre dois grupos de mulheres a quem foram entregues imagens de rostos masculinos, com detalhes destacados.

A conclusão publicada no Journal of Experimental Social Psychology refere que "estatisticamente o nível de significância dos detalhes decresceu comparado ao conjunto, o que prova que houve dois modos de processamento da informação solicitada".

Os pesquisadores realçam ainda a importância de fatores culturais na escolha dos rostos ideais.“Essa complexidade de relações entre vários factores ainda é um mistério, mas estamos a tentar entender esse jogo entre a ‘consciência’ e a ‘cultura’”, afirma o pesquisador.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Casamento: Verdades e Mentiras

do Universo Estilo



Qual a fórmula da felicidade? Poderá o amor durar para sempre?

Numa altura em que o casamento assume inúmeras formas, selecionámos os principais estereótipos da união perfeita.

Saiba quais as vantagens ou armadilhas que cada cenário ideal pode esconder e conheça as estratégias para viver uma relação realmente feliz. Porque, seja qual for o seu caso, a felicidade depende sobretudo de si.

Não passam um minuto um sem o outro

Falso!

É a reação típica do início da relação (vivem um para o outro e nada mais importa) mas será uma boa opção para toda a vida?

''Muito pelo contrário. Cada um tem o seu espaço e tempo individuais e deve respeitar o espaço e tempo do outro. Essa ideia de dois em um, a resultar, refere apenas aos produtos de higiene, não às relações'', afirma a especialista Margarida Vieitez.

Compartilham gostos, paixões e hobbies

Verdadeiro!

É correto, desde que não caiam no exagero. Ocupar o tempo livre com atividades que agradem a ambos é positivo ,mas é também importante que haja lugar para a diferença, autonomia.

''Compartilham muitos gostos, paixões e hobbies, mas aceitam que o outro possua igualmente gostos, paixões e hobbies diferentes dos seus'', disse Margarida Vieitez.

'Quase' nunca discutem

Falso!

É talvez o cenário da harmonia total, mas também o mais irreal. As crises ou situações de conflito são inevitáveis numa relação, a forma de as vivermos é que difere.

''Os casais felizes, por vezes, discutem e sabem que isso é natural e acontece porque são pessoas diferentes, com percepções, interesses, necessidades e preocupações diferentes, mas a relação é sempre mais importante do que o conflito que gera a discussão'', ilustra a especialista.

Têm um relacionamento ótimo com os sogros

Falso!

Há coisas na vida que não se escolhem, mas determinam a nossa felicidade. A família é uma delas e quando se trata da família do parceiro a situação pode se complicar.

''Não é necessário que tenham uma excelente relação. Basta que exista respeito e que os limites e o território do casal, estejam bem definidos'', afirma Margarida.

Sentem realizados a nível sexual

Verdadeiro!

''São casais que investem muito na intimidade, sabem que é uma forma de oxigenar a relação. É na intimidade que se expressam os afetos'', diz Margarida Vieitez.

Ponha o sexo na agenda! Ao contrário do que pensa isso não trará monotonia.

Permitirá reservar momentos para a intimidade e pode até ajudar a criar expectativa, como sucede quando se planeiam as férias.

Têm idades semelhantes

Falso!

Embora, há alguns anos, pesquisadores suecos tenham apontado que a diferença ideal ronda os seis anos, não há consenso nesta matéria. Para alguns o número de filhos é um dado-chave, para outros a estabilidade e segurança na relação justificam as diferenças mais acentuadas.

''Por vezes, existem diferenças não muito significativas, de cinco ou mais anos. No entanto, quando a diferença é muito grande, pode eventualmente refletir na necessidade de uma consciencialização mútua de que se encontram em etapas do ciclo da vida pessoal distintas, para superarem essas mesmas diferenças'', diz.

Falam abertamente sobre tudo

Verdadeiro!

''Sim, esse é o segredo. Falar sobre tudo. Sobre o que sentem, o que não sentem, o que pensam e porque pensam, o que querem, o que não querem e, sobretudo, sobre a relação e sobre o que esperam e estão dispostos a dar, para que ela permaneça'', exalta a mediadora familiar.

De fato, as falhas de comunicação estão muitas vezes na origem das dúvidas ou discussões no casal. Não fale apenas, escute também o seu parceiro.

Trabalham juntos

Falso!

Passar 24 horas por dia juntos. Sonho para uns, pesadelo para outros e realidade para muitos, trabalhar com quem se vive pode ser um duro teste à relação. ''O casal feliz tem atividades diferenciadas e experiências diárias que enriquecem a relação. Trabalhar com a pessoa com quem se escolheu compartilhar a vida pode ser um risco de asfixia da relação. No entanto, existem exceções'', alerta a especialista.

Nunca discutem sobre dinheiro

Verdadeiro!

Não significa que seja um tema tabu, o que revela é que estes casais ''Conseguem perceber que há formas diferentes de encarar a realidade dinheiro, mas encontraram uma solução equilibrada para resolver as questões financeiras'', defende.

Segundo a American Psychological Association, 83 por cento das mulheres preocupa-se com o dinheiro, contra apenas 78 por cento dos homens, uma diferença explicada pela personalidade mas também pelo gosto pelo risco associado ao sexo masculino. Compartilhar receios, aspirações e definir planos comuns para a gestão do capital é o passo a seguir.

Vivem um Cotidiano sem rotina

Falso!

Valorize os rituais que beneficiam a sua relação, mente e até o seu corpo. Sabia que o casamento duplica o risco de excesso de peso? Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte apontam o dedo à vida sedentária que os casais adoptam. Seja dinâmica, resgate o seu parceiro do sofá e aproveite o dia.

Demonstram publicamente os afetos

Falso!

Se vê os gestos de carinho em público se engana. ''As pessoas podem ou não demonstrá-los. Tem mais a ver com a forma como encaram a sua intimidade e privacidade'', esclarece a especialista.

Cada casal tem a sua receita de afetos. Está feliz com a sua? Então, não se deixe influenciar pelas estatísticas dos outros.

Estão de sempre de acordo sobre a educação dos filhos

Verdadeiro!

''Sabem que existem questões em que podem não estar de acordo, mas têm como prioridade encontrar as melhores soluções, independentemente de ser a sua verdade a vencer ou a do outro!'', afirma a especialista.

''Percebem que o mais importante é definir o que é melhor para os filhos e fazem cedências'', relata. Adote uma base de princípios comum para transmitir estabilidade às crianças e evite, sobretudo, pô-la em causa diante delas.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

A Adoção Homossexual

do Universo Estilo

Como é a adoção homossexual na vida de uma criança.

A Adoção na minha vida

do Universo Estilo


A Adoção na vida de quem adota, na vida de quem é adotada, o que significa adoção, vale a pena se submeter a todo o processo e adotar uma criança, ou adolescente? Veja a resposta.

Maria Heonice, de 63 anos, aposentada, mãe de quatro filhos, sendo que um é adoção, Um filho mora em Belo Horizonte, MG, o outro, em Campo Grande, no MS, e sua filha mora em Diadema, interior de São Paulo, e seu filho, Romildo Marques, de 28 anos, mora com a mãe, Romildo é casado, pai de dois filhos, ele foi adotado por Maria Heonice quando tinha 8 anos de idade.

''Eu sou eternamente grato a minha mãe pela criação que ela me deu, sempre me tratou como filho dela, e eu sou mesmo filho dela, eu não consigo imaginar minha vida sem ela, eu me casei, e não tenho coragem de deixar minha mãe sozinha.'', afirma Romildo.

''Ele cuida muito bem de mim, os filhos dele, a mulher dele, ele não deixa eu gastar meu dinheiro com nada aqui em casa, ele é o filho que Deus me deu, é muito carinhoso, sempre me ouviu, é um filho muito obediente.'', afirma dona Maria.

Romildo teve uma história triste quando tinha apenas 6 anos de vida, sua mãe biológica se separou de seu pai que saiu da cidade e nunca mais foi visto, após um ano ela se casou de novo, com um homem agressivo, o homem agredia Romildo e sua mãe biológica, Romildo conta que foi torturado.

''Ele apagava cigarro em mim, me humilhava, me batia, mandava trabalhar.'', disse Romildo, com lágrimas nos olhos.

''Ele tinha um olhar sofrido, uma voz sofrida, uma criança calada, diferente das outras, com o tempo ele foi se habituando e graças a Deus foi modificando através do nosso carinho e amor com ele.'', comenta a mãe.

Hoje, dona Maria só conta com o auxilio do filho, Romildo.

''Os outros não me pergunta que eu não sei explicar aonde estão. O Romildo cuida muito bem de mim, tem paciência, é um filho que eu gosto mais de forma separada, ele é muito especial para mim.'', afirma a mãe orgulhosa.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Segundo estudo, Homens sofrem mais com relacionamentos instáveis

do Universo Estilo



A universidade Wake Forest, nos Estados Unidos, avaliou as emoções de 1,6 mil solteiros, mulheres e homens entre os 18 e os 23 anos, e apurou que enquanto as mulheres sofrem mais com o fim do namoro, os homens são mais afetados pelos relacionamentos "montanha -russa".

De acordo com os autores e face a problemas na relação, as mulheres são mais propensas à depressão, enquanto os homens recorrem mais ao abuso de álcool e outras substâncias que alteram a mente.

Curiosamente, o sexo masculino fica com a sua identidade e auto-estima muito afectadas perante tais situações.

“Os homens precisam do apoio de uma parceira significativamente mais do que as mulheres, apesar de um rompimento ser mais prejudicial à mulher. Tal tem a ver com fatores de identidade”, destaca Robin Simon.

A pesquisadora revela ainda que: "O estudo é influenciado pela cultura e apesar de se considerar que os homens são fortes e não se importam com essas coisas, esse não é o caso”, concluiu.

domingo, 4 de julho de 2010

''O Ciúme muitas vezes não é insegurança'', afirma Psicóloga

do Universo Estilo

É Normal sentir ciúmes? Até que limite pode ir um ciúme?, A psicóloga Dra. Liliana Corrêa, editora de 'Psicóloga Explica', do Universo Feminino, fala sobre esse sentimento que as vezes pode até prejudicar um relacionamento, veja a baixo a entrevista da psicóloga com o Universo Estilo.

Universo Estilo - O Ciúme acaba com relacionamento?

Dra. Liliana Corrêa -
Não, relacionamentos sem ciúmes não existe, todo relacionamento tem ciúmes, Tanto a mulher como o homem gosta de saber que existe ciumes no relacionamento, o ciume é uma demonstração de amor. Também existe o ciúme patológico, o ciúme patológico eu já trabalhei ele com várias pessoas, é um ciúme feito de fantasias, crença e certeza de que existe infidelidade no relacionamento, aquele ciume que sufoca a mulher ou o homem, em que tudo que faz precisa dar explicações, não pode ter um momento de lazer com os amigos, ou com as amigas, as esposas verificando as coisas do marido, o marido verificando a bolsa da mulher. Cheguei a ter um homem que me procurou e me disse que se possivel ele iria colocar uma cinta de castidade na mulher dele, foi dificil de eliminar esse ciúme patológico dele, mais conseguimos. Muitas vezes também os portadores do Ciúme patológico gostam de chegar de surpresa, no trabalho, ou em qualquer lugar, na esperança de presenciar algo chocante. Esse ciúme é o ciume que mais acaba com casamentos.

Universo Estilo - Quem sente mais ciúme, ele ou ela?

Dra. Liliana Corrêa -
Ela, as mulheres sentem muito mais ciúme do que os homens, muitas mulheres se baseiam em que tem pouco homem para muitas mulheres, e por isso cria uma certa insegurança em relação a isso. Existem mulheres que sabem que o homem é casado e propositalmente cria uma situação com o intuito de destruir um casamento, por isso as mulheres são mais ciumentas, mais as mulheres sentem um ciume normal, um ciume de relacionamento, os homens quando sentem ciumes de uma mulher a maioria desses ciumes se transformam em ciumes patológicos, mais existem homens que sabem controlar os seus ciumes e ter um ciume normal de relação.

Universo Estilo - O Ciume é insegurança?

Dra. Liliana Corrêa -
O Ciúme muitas vezes não é insegurança, ele faz parte de todo relacionamento. O Ciúme Patológico é um ciume em que existe a insegurança, e essa insegurança passa a sufocar tanto o homem como a mulher, que chega a certos momentos em que o casamento não resiste e chega ao fim.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Alcoolismo resiste a gerações

JOÃO RODRIGUES



Técnico de aconselhamento de comportamentos aditivos.
Formação em Inglaterra (Farm Place e Broadway Lodge) e nos EUA (Hazelden Foundation).

Convidado especial do Universo Estilo


O alcoolismo pode se igualar a um conjunto de doenças (ex. doenças cancerígenas, diabetes) que são herdadas na família.

Ao contrário destas doenças que referi, infelizmente não é conhecido é pesquisado (prevenção, tratamento e recuperação) pelas entidades competentes e profissionais.

Há muitas gerações, que se perdem no tempo, que pertencemos a uma “cultura que bebe”, que reforça e promove o consumo de bebidas alcoólicas, em alguns casos, até o abuso do álcool é considerado normal, corajoso, destemido, engraçado e divertido.

Também não é novidade que o álcool é um ótimo “lubrificante” nas relações entre pessoas e é também associado a uma “fonte” de lazer e bem estar.

Se no inicio de um ato social nos sentimos desconfortáveis ou constrangidos, após ingerirmos uns “copos” , passados uns minutos, já nos sentimos aliviados, desinibidos e “confiantes.”

Por isso, muito cedo (em alguns casos durante a adolescência) aprendemos estes comportamentos que raramente desaprendemos.

Reconheço vários aspectos benéficos no consumo de bebidas alcoólicas na nossa sociedade. É obvio que o álcool consumido de forma consciente e saudável não representa perigo para ninguém.

Várias vezes refiro que o álcool não é o problema nº 1, mas as pessoas (aquelas que não estão informadas, aquelas que o consomem abusivamente e aquelas que o vendem abusivamente).

Não sou “fundamentalista”, mas um cidadão (e pai) e um profissional atento aos problemas relacionados entre as pessoas (sociedade) e o álcool. Todavia gostaria de me “debruçar” sobre os efeitos do alcoolismo na família, ao longo de gerações, e expor questões que, na minha opinião, continuam ignoradas e negligenciadas, o que é grave (CRISE negligenciada).

Não é nada que não se saiba, mas que raramente se investiga e discute até ao surgimento de notícias trágicas e comoventes – ex. casos extremos de violência doméstica associados ao alcoolismo e casos de negligência e/ou abuso (físico, sexual e emocional) de crianças associados ao alcoolismo.

No início do século XX, o alcoolismo era associado a indivíduos sem carácter, sem força de vontade ou marginais. Obviamente, este conceito (estigma) influenciou, e ainda influência apesar de cada vez menos, negativamente quer o tratamento dos alcoólicos, quer o apoio às famílias expostas ao trauma, incluindo as crianças.

Este fenômeno quase tem passado despercebido. É uma herança antiga, aceite com resignação e impotência, que é herdada do tempo dos nossos bisavôs e antes deles mesmo.

Mais recentemente, através de estudos, já se identificou um tipo de vulnerabilidade biológica (herança genética e hereditária) - predisposição familiar para o aparecimento sucessivo do alcoolismo ao longo de gerações, quer seja nos indivíduos que apresentam comportamentos de abuso ou alcoolismo, como também surge um padrão específico (síndrome) nos seus familiares, que não apresentam sinais de alcoolismo, mas que desenvolvem comportamentos disfuncionais repetitivos e destrutivos ao longo da sua vida.

Na maioria destas famílias, são os indivíduos do sexo feminino (mães ou esposas), incluindo obviamente as crianças, que são afectadas por estas situações traumáticas.

Nas crianças, apesar dos fatores associados ao “mau exemplo parental” e à imitação, é de salientar a dimensão do impacto e do trauma causados pela exposição prolongada a uma família disfuncional.

Isto levou a que se diagnosticasse perturbação relacionadas com stress traumático (hipervigilancia, isolamento, pensamentos obsessivos sobre a familia – reexperimentar o trauma que afecta tem repercussões na aprendizagem social.

O trauma associado ao abuso do álcool e alcoolismo pode perpetuar-se incólume e afectar o desenvolvimento e aprendizagem social destas crianças. Um dia elas serão adultos, com “cicatrizes”, se o processo destrutivo não for identificado e detido.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Casais com problemas conjugais adoecem mais, garante pesquisa

do Universo Estilo



De acordo com os pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, casais que se comunicam de forma agressiva estão mais propensos a adoecer, ou pelo menos terão maior dificuldade em curar as doenças já existentes.

O estudo incidiu sobre 37 casais com pequenas bolhas criadas artificialmente na pele. Durante 12 dias foram acompanhados diariamente de modo a analisar o seu processo de cicatrização.

No final do período de testes verificou o seguinte: os mais comunicativos, mais tolerantes e menos agressivos tiveram um processo de cura mais rápido.

Por outro lado, os casais que mais discutiram levaram o dobro do tempo a sarar.

Ou seja, da próxima vez convém pensar duas vezes antes de iniciar uma discussão ou prolongá-la. Definitivamente não fará bem à sua saúde.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Se manter Fiel

do Universo Estilo



Muito embora não existam provas que atestem o aumento das traições durante as recessões, os especialistas afirmam que as angústias com o dinheiro e emprego causam tensão nas relações, deixando vulneráveis à infidelidade.

Pode ser difícil evitar cair em tentação, especialmente quando a nossa auto-imagem se sente abalada porque se perdeu um emprego ou a conta bancária está a zero. Porém, não é impossível.

A estratégia mais óbvia, uma boa comunicação, é mais do que evidente dado que os casais, frequentemente, se culpam mutuamente em vez de terem diálogos produtivos. Uma outra técnica de sucesso passa por gerir as expectativas de uma relação e aquilo que pode ganhar com um caso amoroso.

O Dr. Joshua Coleman, escritor e membro destacado do Council on Contemporary Families, indica que estas estratégias ajudam um casal a compreender as debilidades da relação. "A maioria dos casamentos não termina devido a uma ou duas grandes crises. Normalmente, é uma morte causada por milhares de golpes," refere.

Linhas de Comunicação

A agitação de ter de trabalhar muitas horas, criar os filhos e de tratar de todas as burocracias da vida cotidiana deixa muito pouco tempo livre para a reflexão pessoal. Nestas condições, os casais podem passar semanas e meses sem exprimirem qualquer tipo de ressentimento ou gratidão.

Coleman refere que entre os indícios reveladores de uma comunicação tensa se incluem a impaciência crónica e a tendência para culpar o outro. Esta dinâmica pode enfraquecer a relação e levar a que um ou ambos os parceiros procurem validação noutra pessoa.

Não há problema, quando a outra pessoa é uma confidente com a qual não há o risco de envolvimento romântico. Mas, quando não é esse o caso, procurar apoio emocional noutra pessoa pode trazer problemas.

Assim, Coleman sugere que se resolvam os problemas quando ocorrem e, depois, que se faça o ponto da situação ocasionalmente para garantir que ambos já os esqueceram.

Obviamente que isto exige que ambos assumam as suas responsabilidades pelos erros cometidos, peçam desculpa quando necessário e ajustem o seu comportamento futuro. Muito embora este tipo de comunicação possa ser difícil para alguns homens, Coleman afirma: "É na verdade um sinal de saúde e força psicológica."

Expectativas Realistas

Mesmo quando a comunicação é frequente, poderá não ser suficiente para fazer frente à perspectiva de uma "solução rápida," refere o Dr. Mark Smaller, porta-voz da American Psychoanalytic Association.

Um caso amoroso pode parecer como que um atalho para a felicidade quando o futuro parece sombrio, refere Smaller, mas a infidelidade, não raras vezes, oculta problemas bem maiores relacionados com sentimentos de auto-estima ou desilusão.

Smaller encoraja igualmente os seus clientes a pensarem na traição como uma escolha que muda toda uma vida, não sendo um acto impulsivo. Tais decisões devem ser tomadas com o máximo de informação disponível. Se trata de perceber porque é que coloca a hipótese de ter um caso amoroso, assim como de antecipar as suas consequências.

O cultivar de expectativas realistas se aplica igualmente à sua relação. "Nos casamentos americanos, esperamos que os nossos parceiros sejam tudo para nós," explica Coleman. Contudo, os casais deveriam procurar interesses e amizades exteriores à relação para se sentirem realizados e validarem experiências.

Mesmo se pensa que a sua relação está condenada, Smaller tem um importante conselho: "Estas coisas nunca são resolvidas deixando envolver em outra relação."

Os modos de Amar

do Universo Estilo



É vulgar que, perante queixas e insatisfações do companheiron companheira, namorado, Ou namorada, se oiça a frase “este é o meu modo de amar”. Se justificam assim os atos de pouco carinho, ou falta de atenção, atribuindo um sentido mais profundo que é o da manifestação de um peculiar modo de amar, mas será que isso corresponde à verdade?

Todos sabemos que existem pessoas mais carentes de afeto. Essas pessoas necessitam de relações próximas e intensas, de carinhos constantes, ao passo que há outras cuja proximidade provoca arrepios e desejam uma maior distância.

Quando se juntam duas pessoas com necessidades emocionais diferentes, é claro que aquela que espera uma relação mais intensa fica insatisfeita, mesmo que o parceiro se dedique bastante, nada parece ser o suficiente.

Então, talvez seja mais correto falar em graus de intensidade amorosa, ao invés de modos de amar. Ao fazermos este tipo de leitura, abrimos de imediato as portas para muitos comportamentos profundamente egoístas, em que verbalmente se fazem juras de amor enquanto que as atitudes demonstram o oposto.

Dizer que se ama alguém não é nada difícil. O mais complicado é mostrá-lo na prática. Hoje em dia usa a frase “Eu te Amo'' a torto e a direito, sem se sentir exatamente o que está nessa afirmação. É que amar alguém é muito mais que a simples união de corpos.

Pressupõe uma união de almas, de projetos de vida, de expectativas, de sofrimentos, de alegrias, etc, etc. Para além disso, é muito fácil rematar-se a frase com o “…a meu modo”, esse é um saco onde cabe tudo o que queiramos lá colocar. Não nos enganemos porque é pura demagogia!

Quem o afirma está imediatamente a dizer que não está disposto a fazer qualquer sacrifício ou concessão, mas espera que o parceiro aceite essa ideia e reaja com generosidade. Digamos que existem dois pesos e duas medidas, uma vez que as pessoas que amam a seu modo, nunca se relacionam intimamente com outras pessoas que amam do mesmo modo que elas, ou seja, preferem aquelas que amam mais convencionalmente.

Isto porque, se assim não for, a relação não pode existir porque é o vazio total, já que está cada um voltado para o seu lado, vivendo enclausurado no seu mundo! Estas pessoas procuram então, outras que são complementares, mas as relações não duram muito, esgotam em palavras ocas de conteúdo.

É que, na realidade, as palavras valem o que valem e quando não são acompanhadas de atitudes coerentes são sempre motivo de desconfiança. Por muito que a sociedade tenha mudado, o certo é que o ser humano continua a ter as mesmas necessidades emocionais de quem ama gosta de apaparicar o outro e, também, de ser rodeado de carinhos. Sempre assim foi e sempre assim será.

Excluindo a patologia, quando amamos alguém gostamos de fazer coisas para agradar, ficamos felizes com os seus pequenos triunfos e estamos lá para apoiar nas quedas. Amar é procurar construir uma relação sólida, que não vá ruir perante a primeira contrariedade. Tudo isto é o oposto do simples cruzar de braços, escudado pelo egoísmo de um estilo de amar que só existe para justificar a incapacidade de se entregar por completo.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Existe muitas pessoas infieis, Você é infiel? Ou alguém que você gosta é?

do Universo Estilo



Muitas pessoas são infiéis. Mas com que frequência? E porque é que traem? Quem é que trai mais, homens ou mulheres? descubra todas as respostas a estas perguntas.

Muitas pessoas são infiéis, mas será isso errado?

É geralmente aceite que as pessoas nas sociedades ocidentais vêem as relações extra matrimoniais sob uma luz negativa. Isto não foi apenas influenciado pela Igreja que define tais relações como pecaminosas mas também pela psiquiatria, que considerava, até recentemente, tais acções como doentias na literatura. Uma pessoa que tinha uma relação extra matrimonial era considerada detentora de uma personalidade imatura, egocêntrica e neurótica. A não-aceitação foi também provocada pela nossa ideia de que o casamento satisfaz os seres humanos em termos de necessidades sexuais e portanto as relações extra matrimoniais não são necessárias. Adicionalmente,ameaçam o casamento e consequentemente a família, que representa as fundações de uma sociedade.

Quantas pessoas são infiéis?


Nos Estados Unidos, um dos primeiros estudos foi elaborado há mais de 40 anos e mostrou que cerca de 50% dos Americanos tinham uma ou mais relações extra matrimoniais antes dos 40 anos de idade. O mesmo aplicava-se a 26% das mulheres da mesma idade. Novos estudos mostram que há uma percentagem aproximada de homens e mulheres que decidem ter um relacionamento extra matrimonial. Isto se aplica em particular a mulheres jovens e que estão a trabalhar que provaram, por emancipação, que conseguem ser bem-sucedidas num mundo de homens também nesta área.

Quem é pior? Homens ou mulheres?

De acordo com as pesquisas efetuadas, os homens desenvolvem mais facilmente e mais frequentemente relacionamentos extra matrimoniais. Isto se deve às relações com os parceiros num casamento e não à insatisfação com a esposa, como se poderia pensar. Por outro lado, as mulheres normalmente têm apenas uma relação desta natureza e se decidem a levá-la em frente por curiosidade, o que poderá por se revelar ser uma espada de dois gumes porque o romance evolui normalmente para uma história de amor real.

E quais as razões?


As razões incluem a solidão, a necessidade de provar a si própria/próprio que não é velha/velho e que ainda é atraente e charmos, e o desejo de sentir diversas emoções. Muitas pessoas arranjam um parceiro adicional porque sentem falta da companhia e da sensação de que são especiais para alguém.

E se o seu parceiro/parceira for infiel?


De acordo com diversos estudos, as pessoas que acreditam que as pessoas são infiéis mas que os seus parceiros ou parceiras nunca as traíram, ou nunca tiveram conhecimento de tal, expulsariam o parceiro/parceira de casa imediatamente, ou sairiam eles próprios. Dois terços dos casamentos sobrevivem a uma relação extra matriomonial de um ou dos dois parceiros. Josef Hora, o conhecido poeta Checo, pergunta se um amante é uma pessoa inapropriada num lugar inapropriado ou é uma pessoa apropriada num lugar inapropriado. Em qualquer dos casos, o traço da infidelidade nunca deve ser completamente revelado ao parceiro e o amante dela ou dele nunca deve também revelar-se a nós.

Por que razão não tem tanto homem com depressão?

do Universo Estilo



De acordo com a American Psychological Association, os estudos revelam que muitos homens são afetados pela depressão mas acontece que, em comparação com as mulheres, tendem a não procurar ajuda especializada e dificilmente assumem que estão deprimidos.

Mais, os especialistas acreditam existir uma depressão masculina, cujos sintomas se distinguem dos do tradicional quadro depressivo. Assim, em vez de tristeza profunda, auto-desvalorização ou culpa, que geralmente afeta quem está deprimido, os homens podem denunciar o seu mal-estar psicológico através do aumento de fadiga, irritabilidade, raiva, perda de interesse no trabalho ou hobbies e alterações do sono.

Para além disso, o sexo masculino tende a usar mais drogas, consumir álcool em excesso e recorrer à auto-medicação. Estratégias que podem ''mascarar'' a depressão, dificultando a tarefa de a detectar e tratar. Esteja atenta.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Especial: Dia dos Namorados

do Universo Estilo

O Universo Estilo preparou uma linda mensagem para o dia dos namorados, Uma mensagem especial para o dia Dos Namorados.

Dica: Se ele, ou ela estiver por perto chame e veja a mensagem juntos.