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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Homens detectam traição muito melhor do que as Mulheres

do Universo Estilo



Um estudo realizado por pesquisadores americanos afirma que os homens detectam a traição com mais facilidade do que as mulheres.

A equipe, da Virginia Commonwealth University, afirma ainda que os homens são mais desconfiados da infidelidade, mesmo quando não estão a ser traídos.

O pesquisador Paul Andrews e uma equipe de especialistas entrevistaram 203 casais heterossexuais com questionários confidenciais.

Eles perguntaram aos voluntários se já tinham sido infiéis e também se suspeitavam ou sabiam que tinham sido traídos. Cerca de 29% dos homens admitiram já ter traído.

Entre as mulheres, o índice foi de 18,5%. O estudo, publicado na revista científica New Scientist, concluiu que, além de trairem mais, os homens também são mais perspicazes a captar sinais de infidelidade.

Os homens detectaram 75% dos casos de traição, enquanto que as mulheres identificaram apenas 41%. Além disso, eles também apresentaram uma tendência maior para desconfiar das parceiras, mesmo quando elas não eram infiéis.

Para Paul Andrews, esse comportamento tem uma explicação evolutiva, já que, ao contrário das mulheres, os homens nunca podem ter 100% de certeza sobre a paternidade dos seus filhos.

''Quando a mulher é infiel, o homem pode perder a oportunidade de reproduzir, e acabar por investir os seus recursos para criar uma descendência de outro homem'', diz o pesquisador.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Para os homens: Mulheres gostam de ser beijadas no pescoço

do Universo Estilo



William Cane é o pseudónimo de Michael Christian, um advogado que surpreendeu ao lançar um livro sobre beijos na década de 90, agora reeditado em edição de luxo nos Estados Unidos, dado o sucesso atingido ao ser traduzido em 19 línguas.

Um site e um DVD sobre técnicas de beijos completam a sua atividade e dedicação a um acto que considera essencial nos dias de hoje, mas que está em desuso.

"O beijo é uma maneira incrível de comunicação não verbal. As pessoas conseguem exprimir amor através de um beijo", refere o especialista em entrevista a Claudio Pucci e adianta ainda existirem formas diferentes de se beijar conforme os países: "Na Europa e na America Latina é mais comum o beijo público e existe uma variedade muito maior de beijos. No Ártico os esquimós beijam mesmo com o nariz para sentir o cheiro da outra pessoa. No Pacífico Sul, nas ilhas Trobriand, morde-se o lábio alheio enquanto se beija."

Mas para William Cane, o grande segredo está em beijar no pescoço, já que 96% das entrevistadas o mencionou contra 10% dos homens que não lhe dá muita importância. Uma situação a rever nas relações futuras...

A Solidão aumenta a Hipertensão

do Universo Estilo



A Universidade de Chicago elaborou uma pesquisa sobre 229 pessoas, entre 50 e 60 anos, que demonstra que viver sozinho é um factor de risco na medida em que aumenta a tensão arterial.

O ser humano, por ser um animal social, tem de viver em convívio, ter amigos e familiares que o apoiem.

Os pesquisadores apuraram que há uma ligação directa entre a solidão e a pressão sanguínea, pois trata-se de um sentimento negativo e mesmo depressivo, tais como o medo, a incerteza e o desprezo social.

Estes fatores, de índole psicológico, têm tanta influência na hipertensão como o peso, o álcool e o tabaco...

Os Divorciados fazem mais sexo que os casados

do Universo Estilo



Pesquisa realizada pelo jornal The Sunday Telegraph, indica que os divorciados tendem a ter mais relações sexuais do que os casados ou solteiros.

Dos 1,8 mil participantes no inquérito sobre hábitos sexuais, apurou-se que mais de 10% dos divorciados fazem sexo mais de 21 vezes por mês, quase o dobro dos britânicos casados.

O stresse no trabalho e no ambiente familiar é apontado como uma condicionante, pois até alguns aposentados têm duas vezes mais relações sexuais do que pessoas mais jovens que trabalham.

A maioria, 34%, disse na pesquisa que a melhor fase de sua vida sexual foi entre os 25 e 34 anos, enquanto 23% disseram que foi entre 18 e 24 anos.

Por último, a confiança foi considerada o aspecto mais importante de um relacionamento - mais do que companheirismo ou a estabilidade financeira. Sexo ficou em quinto lugar.