A pesquisa realizou em três grupos distintos que durante três meses seguiram dietas diferentes: o primeiro seguiu uma dieta normal; o segundo teve um regime semelhante, mas com mais gorduras (encontrados no azeite de oliva e nos peixes, por exemplo); e o terceiro adoptou a dieta com 30% menos calorias.
Seguiram testes de memória. Os dois primeiros grupos obtiveram os mesmos resultados e o terceiro teve "notas" consideravelmente melhores.
"As descobertas podem ajudar a desenvolver novas estratégias de prevenção e tratamento para manter a saúde cognitiva até a velhice", disseram os autores da pesquisa num artigo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
Se referia ainda que pesquisas recentes com animais sugerem que as dietas podem ajudar a prevenir doenças relacionadas com o envelhecimento, mas toda a dieta deve ser acompanhada por um médico.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Menos caloria, Mais memória...
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Sabe aquele Odor das Axilas, ele pode revelar sua fertilidade
do Universo Estilo
Uma pesquisa publicada na edição Ethology incidiu sobre as alterações possíveis do odor ao longo do ciclo menstrual numa amostra de 12 mulheres com ciclos menstruais regulares que não usassem contraceptivo hormonal.
Para recolher o odor corporal elas utilizaram almofadinhas nas axilas durante 24 horas, sob condições controladas (restrições de alimentação, sem desodorizante, etc.) e de preferência após um esforço físico.
O odor corporal foi recolhido repetidamente durante a fase do ciclo menstrual e do ciclo fértil, sendo as amostras analisadas por 42 homens de acordo com a atratividade e intensidade.
O resultado foi surpreendente: O odor das mulheres foi considerado mais atrativo e menos intenso na sua fase de ovulação. Por outro lado, a maior intensidade e menor atractividade foram encontradas durante o período menstrual.
Os resultados sugerem que o odor corporal pode ser usado pelos homens como uma pista sobre o período fértil das actuais ou possíveis parceiras sexuais.
Uma pesquisa publicada na edição Ethology incidiu sobre as alterações possíveis do odor ao longo do ciclo menstrual numa amostra de 12 mulheres com ciclos menstruais regulares que não usassem contraceptivo hormonal.
Para recolher o odor corporal elas utilizaram almofadinhas nas axilas durante 24 horas, sob condições controladas (restrições de alimentação, sem desodorizante, etc.) e de preferência após um esforço físico.
O odor corporal foi recolhido repetidamente durante a fase do ciclo menstrual e do ciclo fértil, sendo as amostras analisadas por 42 homens de acordo com a atratividade e intensidade.
O resultado foi surpreendente: O odor das mulheres foi considerado mais atrativo e menos intenso na sua fase de ovulação. Por outro lado, a maior intensidade e menor atractividade foram encontradas durante o período menstrual.
Os resultados sugerem que o odor corporal pode ser usado pelos homens como uma pista sobre o período fértil das actuais ou possíveis parceiras sexuais.
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Em 2030, Depressão será a doença mais comum
do Universo Estilo
Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, nos próximos 20 anos, a depressão será a doença mais comum do mundo, aquela que afeta mais pessoas e que será mais dispendiosa a nível de tratamento.
As estatísticas revelam tambem que a situação é mas grave nos países subdesenvolvidos, têm menos rcursos para resolver o problema, muito embora a taxa de incidência da depressão seja maior nos países desenvolvidos.
Actualmente, mais de 450 milhões de pessoas são afectadas directamente por transtornos mentais, a maioria delas nos países em desenvolvimento, segundo a OMS.
.
Para o médico Shekhar Saxena, do Departamento de Saúde Mental da OMS, a depressão é mais comum do que outras doenças que são mais temidas pela população, como a sida o o cancro: "Nós poderíamos chamar à depressão uma epidemia silenciosa, porque está em toda parte e deve aumentar em termos de proporção, enquanto a (ocorrência) de outras doenças está diminuindo."
Paralelamente aumentam também as formas e as pesquisas de como se lidar com esta doença.
Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, nos próximos 20 anos, a depressão será a doença mais comum do mundo, aquela que afeta mais pessoas e que será mais dispendiosa a nível de tratamento.
As estatísticas revelam tambem que a situação é mas grave nos países subdesenvolvidos, têm menos rcursos para resolver o problema, muito embora a taxa de incidência da depressão seja maior nos países desenvolvidos.
Actualmente, mais de 450 milhões de pessoas são afectadas directamente por transtornos mentais, a maioria delas nos países em desenvolvimento, segundo a OMS.
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Para o médico Shekhar Saxena, do Departamento de Saúde Mental da OMS, a depressão é mais comum do que outras doenças que são mais temidas pela população, como a sida o o cancro: "Nós poderíamos chamar à depressão uma epidemia silenciosa, porque está em toda parte e deve aumentar em termos de proporção, enquanto a (ocorrência) de outras doenças está diminuindo."
Paralelamente aumentam também as formas e as pesquisas de como se lidar com esta doença.
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quarta-feira, 26 de maio de 2010
Em 2049, a Mulher será baixa
do Universo Estilo
Um estudo conduzido por Stephen Stearns, biólogo evolucionista da Universidade de Yale, demonstrou que em 2049 a mulher deverá ser mais baixa, mais gorda e mais fértil.
Contrariando todas as expectativas, a equipe do referido biólogo analisou o histórico médico e reprodutivo de 14 mil mulheres da mesma cidade, Framingham, nos Estados Unidos - incluindo 2.238 em fase de menopausa.
A questão que se colocava era saber se a altura, o peso e outros traços interferem no número de filhos de cada uma. Resultado? Em média, as baixinhas e gordinhas (assim como as que tinham boa pressão e colesterol baixo) tinham mais filhos do que as altas e magras!
Estas característícas são geneticamente hereditárias, passando a haver sempre mais filhas gordinhas, pois as mães gordinhas são mais férteis.
De acordo com Starns, neste contexto, a mulher de 2049 será um quilo mais pesada, dois centímetros menor, terá o seu primeiro filho cinco meses mais cedo e o seu período fértil alargar-se-á por mais dez meses do que o das magras.
Um estudo conduzido por Stephen Stearns, biólogo evolucionista da Universidade de Yale, demonstrou que em 2049 a mulher deverá ser mais baixa, mais gorda e mais fértil.
Contrariando todas as expectativas, a equipe do referido biólogo analisou o histórico médico e reprodutivo de 14 mil mulheres da mesma cidade, Framingham, nos Estados Unidos - incluindo 2.238 em fase de menopausa.
A questão que se colocava era saber se a altura, o peso e outros traços interferem no número de filhos de cada uma. Resultado? Em média, as baixinhas e gordinhas (assim como as que tinham boa pressão e colesterol baixo) tinham mais filhos do que as altas e magras!
Estas característícas são geneticamente hereditárias, passando a haver sempre mais filhas gordinhas, pois as mães gordinhas são mais férteis.
De acordo com Starns, neste contexto, a mulher de 2049 será um quilo mais pesada, dois centímetros menor, terá o seu primeiro filho cinco meses mais cedo e o seu período fértil alargar-se-á por mais dez meses do que o das magras.
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