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do Universo Estilo

David Beckham, considerado um dos jogadores mais bonitos do futebol, não estava satisfeito com sua aparência e tratou de fazer mais uma tatuagem para adornar o corpo.
O jogador mostrou uma nova pintura no abdômen inferior direito ao tirar a camisa para o retrato em preto e branco de "The Man Of Sorrows", feita pelo artista Matthew R. Brooks. Essa é a quarta tatuagem de Beckham, e retrata a iconografia cristã.
Vale lembrar que, além da nova tattoo, ele tem um crucifixo na parte de trás do pescoço, um anjo da guarda e um anjo no ombro direito.
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Inveja ,Desgosto ou pesar pelo bem ou pela felicidade de outrem. Desejo violento de possuir o bem alheio.
Ela é um dos muitos frutos da natureza humana. A inveja produz profundas lesões na vida espiritual, tão séria a ponto de lançar os que a cultivam nas trevas eterna. É um pecado que passa desapercebido pelos que estão próximos, mas, que consome a vida que a hospeda.
Veja alguns trechos biblicos que fala sobre a Inveja
“A paz de espírito dá saúde ao corpo, mas a inveja destrói como câncer”.
“Não tenha inveja dos pecadores”. Procure respeitar e obedecer a Deus todos os dias da sua vida.”
“Nós não devemos ser orgulhosos, nem provocar ninguém, nem ter inveja uns dos outros”.
A inveja é condenada pelas pessoac certas, é denominada por pessoas ruins. A inveja resulta em brigas, insultos, desconfianças maldosas e é exercitada pelas boas ações e o sucesso do próximo, seja no campo profissional ou pessoal.
Sentir inveja do próximo é falta de capacidade.
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O grupo Alcoólicos Anônimos (A.A.) completou 33 anos de atividade em Maringá. A data será comemorada não apenas como marco de fundação de uma irmandade, mas principalmente pelas vidas que resgatou em todos esses anos de existência.
A entidade coleciona histórias daqueles que deixaram o vício do álcool e hoje tentam ajudar outras pessoas. Depoimentos de ex-alcoólicos que narram vitórias diárias contra a bebida e análises científicas que constatam que o alcoolismo é uma doença são alguns dos principais argumentos do A.A. para mostrar que é possível sair do fundo do poço.
“Comecei a beber na escola, era uma mistura de refrigerante com pinga, tinha uns 16 anos. Todos os finais de semana consumia álcool, depois passei a beber todos os dias. Uma vez, era segunda-feira, e eu estava de ressaca, nem tinha mais condições de beber, quando um amigo me convidou para uma reunião do A.A.”, conta Wilson, que prefere não revelar o nome completo.
Ele diz que começou a frequentar o A.A. aos 20 anos de idade, em 1989, a convite de um amigo, e não deixou mais a entidade. “No começo, achava que não precisava, que era muito novo, mas realmente eu estava no fundo do poço”, relata.
Doença
Outra associada, Lia (que também prefere não revelar o nome completo), diz que a maior dificuldade é um alcoólatra reconhecer que se trata de uma doença e que deve procurar ajuda. Lia conta que a bebida interferiu profundamente em sua vida.
“Comecei a faltar ao serviço e mentia, dava desculpas, dizia que tinha um parente doente. Cheguei a um ponto que não tinha mais desculpas para inventar. Minha saúde estava fragilizada, meu fígado não aguentava mais. Tive que pedir ajuda e, quando aceitei que era uma doença, ficou mais fácil procurar tratamento”, conta ela, ensinando que o alcoolismo não tem cura. “Mas é uma doença que pode ser estacionada”, arremata.
A psicóloga Maria Luiza Dutra diz que há um estigma sobre a doença e muito preconceito. “A família esconde, porque não sabe como lidar”, explica. Em sua análise, é difícil um alcoólatra admitir que precisa de ajuda.
“Geralmente, eles procuram ajuda quando ocorre uma crise em sua vida social ou profissional. É quando, por exemplo, a esposa diz que vai pedir o divórcio se o marido não parar de beber”, demonstra, apontando que o ideal seria não deixar a situação chegar a esse ponto.
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Desde que a apresentadora de televisão Hebe Camargo foi diagnosticada com um câncer no peritônio, muito tem se falado sobre o assunto, até então pouco conhecido pela população. O oncologista Fernando Medina da Cunha, diretor Científico do Centro de Oncologia Campinas, explica que o peritônio, membrana que envolve os órgãos abdominais, infelizmente, está propenso a desenvolver o câncer.
Prova disso, é a crescente incidência da doença, principalmente na população masculina com idade acima de 50 anos.
O câncer de peritônio é classificado em primário e secundário. Chama-se primário o câncer que se forma na própria membrana e secundário quando ele inicia em algum órgão da região – sobretudo intestinos, ovário, útero, estômago, pâncreas e reto – e, por metástase, invade o peritônio.
A doença é conhecida como mesotelioma, enquanto o que vem de outros órgãos é conhecido como carcinomatose peritonial. De acordo com o oncologista, cerca de 70% a 80% dos pacientes diagnosticados com câncer primário no peritônio tiveram exposição ao asbesto presente no amianto, que na década de 70 era usado na fabricação de telhas e caixas d’água.
“A exposição ao produto não leva ao câncer rapidamente, apenas décadas depois. Assim, quem se expôs ao produto entre os anos de 1950 e 1980, por exemplo, quando era liberado no país, só agora vê a manifestação da doença. Por isso, o aumento da incidência da doença no país”, explica o Fernando Medina.
Os outros 20% a 30% da incidência da doença ainda têm causa desconhecida. Medina afirma que pode ser resultado do próprio envelhecimento humano. “Sabe-se que quanto mais uma pessoa envelhece, mas fica exposta a erros na divisão celular, que marca o início do câncer”, afirma Medina.
Os sintomas da doença, segundo o especialista, podem incluir dor abdominal, massa abdominal, aumento da circunferência abdominal, distensão do abdómen, ascite (fluído no abdómen), febre, perda de peso, fadiga, anemia e distúrbios digestivos. “O tratamento padrão associa a retirada cirúrgica do maior volume possível de tumores e sessões de quimioterapia, assim como está sendo feito com a apresentadora. Porém, por ser uma cirurgia muito extensa, nem sempre é possível fazê-la em um primeiro momento”, pondera.
Excesso de líquidos na cavidade abdominal e a extensão dos tumores podem impedir a cirurgia, que pode ser precedida pela quimioterapia.
O tumor primário de peritônio é considerado uma doença grave. Como ocorre, sobretudo, em idosos, que muitas vezes já têm outras doenças, em geral não é possível submetê-los a cirurgia. Por volta de 60% dos casos, contudo, respondem bem à quimioterapia. “Esse câncer ainda não tem cura. Mas, dependendo de sua agressividade, ou seja, velocidade de seu crescimento, é possível controlá-lo, proporcionando aos pacientes bom tempo de sobrevida”, finaliza Fernando Medina.