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do UNIVERSO ESTILO
Maria Melillo
Maria Melillo, ex-bbb 11, é a capa de aniversário da VIP. Maria já encantou leitores com toda sua sensualidade, e beleza, mais ela garante que desta vez foi 'Especial'.
''Quando soube que ia estar na edição de aniversário, fiquei muito feliz, muito mesmo. Eu sempre comprei a revista, sempre gostei das matérias. Gosto de saber o que os homens pensam.'', conta a ex-bbb.
A Ex-bbb, ao lado do namorado, Wesley.
E Atenção aos rapazes de plantão, Maria afirmou gostar de uma pegada forte, mais porém, tudo depende do momento. Mais, qual o momento certo, heim Maria?
Maíra Cardi
A ex-bbb, Maíra Cardi, também fez um ensaio para lá de sensual para o Paparazzo, Maíra deu uma dica até boa para os homens de plantão.
''Homem sarado normalmente é vazio. Toda regra tem sua exceção, mas tem que ser inteligente e me fazer rir.'', conta Maíra, que namora o humorista, Vinicius Vieira.
''Não beijo na boca por beijar e sexo nem pensar. Nunca vão me ver nem ouvir falar que fiquei com alguém... Ou namoro ou caso'', afirma Maíra. Que personalidade forte, Maíra, coitado do Vinicius.
Daniel
O ex-bbb 11, Daniel, será capa da revista G Magazine, deste mês, Daniel saiu em uma foto de divulgação, e acredite, ao lado de um saradão, Daniel também aparecerá nu na revista.
do UNIVERSO ESTILO
A Psicoterapeuta, pós-graduada em Psicoterapia, e diretora do Instituto de Psicologia Avançada, Maura de Albanesi, falou sobre o a Claustrofobia, Maura explicou melhor sobre a Claustrofobia e esclareceu dúvidas sobre este mal.
O Que é Claustrofobia?
''Medo de lugares fechados, abertos, multidão, escuro, altura, entre outras fobias, são reações normais que servem para qualquer ser racional distinguir o que é perigoso ou não. O exagero, porém, pode ser um distúbio psiquico, mas a cura é possível.'', afirma a especialista.
''As fobias podem ser classificadas em dois grupos. No primeiro, encontram-se as fobias comuns, ou seja, aquelas cujos sinais são o medo excessivo de coisas que todos, numa certa medida, temem, como por exemplo, alguns tipos de animais, a escuridão, a morte, as doenças etc. No segundo, o medo está ligado, não a um objeto específico, mas sim a um certo ambiente, como é o caso das agorafobias. São fobias contingentes, de natureza contextual, ou seja, manifestam-se dentro de um contexto'', afirmou a especialista.
Agorafobia X Claustrofobia
"A confusão deve existir pelo fato de que espaços públicos são lugares amplos e geralmente abertos, mas não é o caso do metrô que é confinado. A afirmação de "que um é contrário do outro" não é verdadeira porque uma pessoa com fobia de elevador pode ter tanto uma Agorafobia como uma Claustrofobia.'', afirma a psicoterapeuta.
Outra confusão pertinente é porque as crises acontecem, geralmente, em lugares fechados e também pelo fato de que os conceitos são muito semelhantes (Agorafobia - medo de lugares de difícil escape e Claustrofobia - medo de lugares fechados). Se a pessoa tem medo de elevador somente por ser um espaço confinado é uma Claustrofobia. Se, entretanto, o indivíduo tem medo de passar mal (o que não significa necessariamente estar preso na cabine) e não ser socorrido, caracteriza-se um medo antecipatório, típico da Agorafobia.
''Geralmente, estas pessoas se isolam e evitam locais que possam gerar contextos claustrofóbicos, pois se deixam dominar pelo medo, recolhendo-se a lugares nos quais se sentem mais seguros.'', explica a especialista.
Tratamento e Cura
''A cura completa é, sim, algo bem real e possível. Tanto o claustrofóbico quanto seus familiares devem aprender a aceitar esta realidade. Só assim será possível eliminar de vez estes incômodos efeitos do cotidiano muitas vezes massacrante da nossa civilização. O autoconhecimento e a compreensão de si mesmo podem ajudar o paciente a se libertar desta e de outras fobias'', afirma Maura de Albanesi.
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Pessoas que já sofreram de Claustrofobia contam como é conviver com este problema, os medos, e a angústia que este mal trás é marcante na vida de quem já sofreu de Claustrofobia.
''O sofrimento com a claustrofobia me preocupava cada vez mais. Elevadores e salas apertadas me incomodavam demais e isso estava começando a prejudicar meu desempenho no trabalho.'', afirma Lucio T.
''O Medo era muito grande, de locais apertados, reservados, isso até certo ponto me incomodava muito, eu vivia a vida dentro de casa.'', conta uma mulher, que preferiu não se identificar.
''Isso estrovava muito a minha relação com familiares, amigos, eu parei de frequentar a universidade, de sair nas ruas, logo em desenvolvi outro mal psicológico.'', afirma o estudante universitário, Diego de Sousa.
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A claustrofobia caracteriza por uma aversão e um medo irracional, desproporcional e persistente de estar ou passar em lugares fechados ou de tamanho reduzido. É talvez a fobia mais conhecida e falada entre todos os tipos de fobia existentes. Esta fobia conduz a uma angústia enorme que o indivíduo sente em lugares fechados. Segundo a psicologia junguiana, o medo aterrorizante que domina a pessoa que se sente fechada pode levá-la a cometer os atos mais alucinantes. Várias pesquisas provam que está relacionado com a altura do nascimento, confundindo então com a angústia do bebê ao passar por um canal tão estreito e o desejo irreprimível de voltar à segurança do ventre materno. Esta ambivalência agrava a fobia. Se posteriormente a formação e o desabrochar do Ser for de descontração e de libertação, esta fobia dilui-se.
Na verdade, a claustrofobia está associada basicamente ao fenômeno do nascimento que causas posteriores, num processo neurótico, e por abreação psicológica, levam o indivíduo a potenciar esta vivência claustrofóbica.
Esta fobia de pavor angustiante também se pode manifestar nas multidões, como por exemplo num meio de transporte cheio de pessoas, onde o claustrofóbico se sente apavoradamente aprisionado.
O tratamento mais indicado é a terapia comportamental, com uso de técnicas como a dessensibilização, associadas a técnicas de relaxamento.
O Que é a Claustrofobia?
Medo de lugares fechados, abertos, multidão, escuro, altura, entre outras fobias, são reações normais que servem para qualquer ser racional distinguir o que é perigoso ou não. O exagero, porém, pode ser um distúbio psiquico, mas a cura é possível.
Há muitas pessoas, contudo, que têm um medo muito exagerado diante de algumas situações do dia-a-dia, principalmente de locais fechados, como elevadores, trens ou aviões, por exemplo. A fobia também pode estar presente quando a pessoa se encontra cercada por uma multidão. A claustrofobia, todavia, não é uma doença, mas um sintoma, geralmente acompanhado de um distúrbio conhecido como agorafobia - o medo de estar em um lugar público lotado de pessoas, de onde o indivíduo não pode sair facilmente, caso se sinta mal.
Tratamento
É fundamental, assim, tratar este transtorno, para que ele não se agrave e evolua para outras doenças psíquicas. Neste sentido, é importante aliar a psicoterapia com antidepressivos. A psicoterapia tem como objetivo de reestruturar a mente, identificar os medos e trabalhar os aspectos irracionais de cada um deles. "A cura completa é, sim, algo bem real e possível. Tanto o claustrofóbico quanto seus familiares devem aprender a aceitar esta realidade. Só assim será possível eliminar de vez estes incômodos efeitos do cotidiano muitas vezes massacrante da nossa civilização. O autoconhecimento e a compreensão de si mesmo podem ajudar o paciente a se libertar desta e de outras fobias", afirma especialista, Maura de Albanesi, psicoterapeuta.