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do UNIVERSO ESTILO
A Psicoterapeuta, pós-graduada em Psicoterapia, e diretora do Instituto de Psicologia Avançada, Maura de Albanesi, falou sobre o a Claustrofobia, Maura explicou melhor sobre a Claustrofobia e esclareceu dúvidas sobre este mal.
O Que é Claustrofobia?
''Medo de lugares fechados, abertos, multidão, escuro, altura, entre outras fobias, são reações normais que servem para qualquer ser racional distinguir o que é perigoso ou não. O exagero, porém, pode ser um distúbio psiquico, mas a cura é possível.'', afirma a especialista.
''As fobias podem ser classificadas em dois grupos. No primeiro, encontram-se as fobias comuns, ou seja, aquelas cujos sinais são o medo excessivo de coisas que todos, numa certa medida, temem, como por exemplo, alguns tipos de animais, a escuridão, a morte, as doenças etc. No segundo, o medo está ligado, não a um objeto específico, mas sim a um certo ambiente, como é o caso das agorafobias. São fobias contingentes, de natureza contextual, ou seja, manifestam-se dentro de um contexto'', afirmou a especialista.
Agorafobia X Claustrofobia
"A confusão deve existir pelo fato de que espaços públicos são lugares amplos e geralmente abertos, mas não é o caso do metrô que é confinado. A afirmação de "que um é contrário do outro" não é verdadeira porque uma pessoa com fobia de elevador pode ter tanto uma Agorafobia como uma Claustrofobia.'', afirma a psicoterapeuta.
Outra confusão pertinente é porque as crises acontecem, geralmente, em lugares fechados e também pelo fato de que os conceitos são muito semelhantes (Agorafobia - medo de lugares de difícil escape e Claustrofobia - medo de lugares fechados). Se a pessoa tem medo de elevador somente por ser um espaço confinado é uma Claustrofobia. Se, entretanto, o indivíduo tem medo de passar mal (o que não significa necessariamente estar preso na cabine) e não ser socorrido, caracteriza-se um medo antecipatório, típico da Agorafobia.
''Geralmente, estas pessoas se isolam e evitam locais que possam gerar contextos claustrofóbicos, pois se deixam dominar pelo medo, recolhendo-se a lugares nos quais se sentem mais seguros.'', explica a especialista.
Tratamento e Cura
''A cura completa é, sim, algo bem real e possível. Tanto o claustrofóbico quanto seus familiares devem aprender a aceitar esta realidade. Só assim será possível eliminar de vez estes incômodos efeitos do cotidiano muitas vezes massacrante da nossa civilização. O autoconhecimento e a compreensão de si mesmo podem ajudar o paciente a se libertar desta e de outras fobias'', afirma Maura de Albanesi.
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Pessoas que já sofreram de Claustrofobia contam como é conviver com este problema, os medos, e a angústia que este mal trás é marcante na vida de quem já sofreu de Claustrofobia.
''O sofrimento com a claustrofobia me preocupava cada vez mais. Elevadores e salas apertadas me incomodavam demais e isso estava começando a prejudicar meu desempenho no trabalho.'', afirma Lucio T.
''O Medo era muito grande, de locais apertados, reservados, isso até certo ponto me incomodava muito, eu vivia a vida dentro de casa.'', conta uma mulher, que preferiu não se identificar.
''Isso estrovava muito a minha relação com familiares, amigos, eu parei de frequentar a universidade, de sair nas ruas, logo em desenvolvi outro mal psicológico.'', afirma o estudante universitário, Diego de Sousa.
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A claustrofobia caracteriza por uma aversão e um medo irracional, desproporcional e persistente de estar ou passar em lugares fechados ou de tamanho reduzido. É talvez a fobia mais conhecida e falada entre todos os tipos de fobia existentes. Esta fobia conduz a uma angústia enorme que o indivíduo sente em lugares fechados. Segundo a psicologia junguiana, o medo aterrorizante que domina a pessoa que se sente fechada pode levá-la a cometer os atos mais alucinantes. Várias pesquisas provam que está relacionado com a altura do nascimento, confundindo então com a angústia do bebê ao passar por um canal tão estreito e o desejo irreprimível de voltar à segurança do ventre materno. Esta ambivalência agrava a fobia. Se posteriormente a formação e o desabrochar do Ser for de descontração e de libertação, esta fobia dilui-se.
Na verdade, a claustrofobia está associada basicamente ao fenômeno do nascimento que causas posteriores, num processo neurótico, e por abreação psicológica, levam o indivíduo a potenciar esta vivência claustrofóbica.
Esta fobia de pavor angustiante também se pode manifestar nas multidões, como por exemplo num meio de transporte cheio de pessoas, onde o claustrofóbico se sente apavoradamente aprisionado.
O tratamento mais indicado é a terapia comportamental, com uso de técnicas como a dessensibilização, associadas a técnicas de relaxamento.
O Que é a Claustrofobia?
Medo de lugares fechados, abertos, multidão, escuro, altura, entre outras fobias, são reações normais que servem para qualquer ser racional distinguir o que é perigoso ou não. O exagero, porém, pode ser um distúbio psiquico, mas a cura é possível.
Há muitas pessoas, contudo, que têm um medo muito exagerado diante de algumas situações do dia-a-dia, principalmente de locais fechados, como elevadores, trens ou aviões, por exemplo. A fobia também pode estar presente quando a pessoa se encontra cercada por uma multidão. A claustrofobia, todavia, não é uma doença, mas um sintoma, geralmente acompanhado de um distúrbio conhecido como agorafobia - o medo de estar em um lugar público lotado de pessoas, de onde o indivíduo não pode sair facilmente, caso se sinta mal.
Tratamento
É fundamental, assim, tratar este transtorno, para que ele não se agrave e evolua para outras doenças psíquicas. Neste sentido, é importante aliar a psicoterapia com antidepressivos. A psicoterapia tem como objetivo de reestruturar a mente, identificar os medos e trabalhar os aspectos irracionais de cada um deles. "A cura completa é, sim, algo bem real e possível. Tanto o claustrofóbico quanto seus familiares devem aprender a aceitar esta realidade. Só assim será possível eliminar de vez estes incômodos efeitos do cotidiano muitas vezes massacrante da nossa civilização. O autoconhecimento e a compreensão de si mesmo podem ajudar o paciente a se libertar desta e de outras fobias", afirma especialista, Maura de Albanesi, psicoterapeuta.
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O Cantor, Rick, apostou em sua carreira solo, e deu certo, sua atual música de trabalho 'Vem Camila', esta fazendo o maior sucesso nas radios. Em entrevista, Rick falou sobre o fim da dupla, e sobre seu atual trabalho.
Nome 'Rick Sollo'
Rick - Quando acabou a dupla, todos que me encontravam me perguntavam se eu iria seguir carreira solo, e aí percebi que seria legal colocar um sobrenome artístico, para as pessoas saberem que eu era o Rick, do Rick & Renner.

Mudança
Rick - Quero mudar, mas não radicalmente, e de uma forma gradual. Meu primeiro disco solo tem um leque de opções maior do que com a dupla, não me prendi a nenhum padrão.
O Novo trabalho
Rick - Esse CD vai sair com 13 canções, com participação especial do Leonardo, na faixa "Muda pra Goiás". A produção do disco é minha mesmo e ele será lançado pela Sony Music. Agora estou fazendo parte da Talismã e temos todo um projeto de divulgação e shows aí pela frente.
A música Vem Camila
Rick - Essa música sai do contexto do que se faz atualmente no sertanejo, gravei acompanhado pelos músicos que tocam comigo ao vivo, e a referência que usei é o trabalho do Keith Urban, que mistura folk e country.
Experiente em dupla sertaneja, e atualmente solo, quais são os pontos negativos, e positivos?
Rick - Acho que nenhum dos dois têm pontos negativos. A dupla Rick & Renner terminou porque a gente queria cada um seguir um caminho, cada um levar sua própria musicalidade. E o trabalho solo muito menos, porque agora eu consigo navegar por outros caminhos, por outras tendências musicais. Então está tudo lindo, tudo maravilhoso!

Qual a música de seu repertório você tem um carinho especial?
Rick - Eu gosto de tudo o que eu faço, mas tem uma música em especial que se chama "Filha", que eu compus para a minha filha. E a segunda música pra mim é a "O Dia do Bem", que eu fiz para o Hospital de Câncer de Barretos.
Horas Vagas
Rick - Nada pra variar! (risos) Eu gosto de bater um futebol com o meu filho, a gente gosta muito de jogar bola, nós temos um timinho lá... gosto de pescar, de pedalar...enfim, essas coisas de gente normal.
O Fim da Dupla
Rick - O Renner sempre cantou de primeira voz, também, embora na dupla eu tivesse essa função. Ele também queria fazer algo sozinho. Foi coincidência nosso último CD ter sido intitulado Happy End (Final Feliz). Nas duas semanas de divulgação desse disco, ele não foi a uma única entrevista. Como era o último trabalho de nosso contrato com a Warner, conversei com ele e resolvemos acabar por ali mesmo. Poderíamos ter continuado por mais um ano, fazer uma turnê de despedida, gravar um DVD, mas seria prolongar algo que não fazia mais sentido. Acabamos a dupla numa boa, sem brigas. Nada impede que a gente faça algo juntos de novo, como aconteceu agora com o RPM, por exemplo.